“Os homens jamais encontrarão um antídoto para suas misérias, enquanto, esquecendo-se de seus próprios méritos, diante do fato de que são os únicos a enganar a si próprios, não aprenderem a recorrer à misericórdia gratuita de Deus.” [João Calvino, O livro do Salmo, Vl 1, (Sl 6.4), pp.128,129.]
domingo, 22 de julho de 2012
ATLETAS BRASILEIRAS SEM TPM E MENSTRUAÇÃO NAS OLIMPÍADAS DE LONDRES
Pela primeira vez em uma Olimpíada, a delegação brasileira terá um programa médico dedicado a cuidar de incômodos que, invisíveis ao público, podem afetar o desempenho e o bem-estar das atletas mulheres: a tensão pré-menstrual (TPM) e o ciclo menstrual. O COB (Comitê Olímpico Brasileiro) terá em Londres, durante os Jogos Olímpicos, uma ginecologista dedicada a atender as atletas brasileiras. Essa mesma médica está, desde 2011, acompanhando cerca de 70 atletas da delegação do Brasil (de um total de 123), que optaram por tomar medicamentos – anticoncepcionais hormonais ou anti-inflamatórios – para reduzir os sintomas da tensão pré-menstrual ou mesmo evitar a menstruação durante os Jogos de Londres-2012. Para José Alfredo Padilha, chefe do departamento médico do COB, a ideia é "colocar o ciclo dentro de um ritmo favorável à mulher e à competição", para evitar incômodos como retenção de líquido, irritação, e dificuldades em perder peso, prejudicando o desempenho das esportistas. Padilha afirmou que iniciativas do tipo já são bastante descritas na literatura médica, mas diz que o projeto brasileiro não se inspirou em outro país.
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